'Provarei que sou inocente', diz Demóstenes no Conselho de Ética
Senador foi acusado de usar mandato para beneficiar Carlinhos
Cachoeira.
Na 1ª fala após auge das denúncias, ele questionou comando do
conselho.
'Provarei que sou inocente', diz Demóstenes no Conselho de Ética
Senador foi acusado de usar mandato para beneficiar Carlinhos
Cachoeira.
Na 1ª fala após auge das denúncias, ele questionou comando do
conselho.
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O senador Demóstenes Torres durante reunião
do
Conselho de Ética (Foto: Iara Lemos / G1)
O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) falou nesta quinta-feira (12)
pela primeira vez desde o auge das denúncias de que usou o mandato para
beneficiar o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Ele foi à reunião do Conselho de Ética que definiu
o senador Humberto Costa (PT-PE) como relator do processo que vai apurar se
houve quebra de decoro parlamentar por parte de Demóstenes na relação com o
contraventor. Na quarta (11), o senador voltou ao Senado após
21 dias de sumiço, mas não tinha se pronunciado.
"Farei minha defesa por escrito e depois de forma mais contundente pois serei
questionado pelos membros conforme o regimento interno da Casa. [...] O que tem
de ser feito judicialmente vai ser feito. Aqui, quero me defender no mérito.
Ainda não tive oportunidade de fazer, eu farei e provarei que sou inocente",
afirmou Demóstenes aos integrantes do Conselho de Ética nesta quinta.
O processo contra Demóstenes no Conselho de Ética foi aberto na terça (10).
Devido às denúncias, Demóstenes já tinha deixado a liderança do DEM e depois
pedido desfiliação do partido.
"Não estou aqui para questionar qualquer ato que tenha tomado o Conselho de
Ética, apenas para fazer um alerta e dizer que não farei nada contra o
regimento. Considero-me notificado desde ontem [quarta] e os prazos eu
obedecerei independentemente do que disserem a partir de hoje [quinta]", disse o
senador. Demóstenes tem 10 dias úteis a partir desta quinta para apresentar
defesa.
O senador parabenizou o novo presidente do Conselho de Ética, Antonio Carlos
Valadares (PSB-SE), mas questionou os trâmites para a escolha.
"O senhor tem história política para levar adiante esta investigação com
competência. [...] O que se percebe é que os artigos 24 e 88 não foram
cumpridos. E não obstante Vossa Excelência ter todos os atribudos morais, tem o
meu aplauso, mas é fato que as ordens regimentais têm de ser cumpridas. Não há
eleição de presidente interino. Todas as eleições nesta Casa são para cumprir o
mandato totalmente ou remanescente. Isto é claro."
saiba
mais
Demóstenes disse que gostaria apenas que o conselho realizasse a eleição para
referendar o nome de Valadares no cargo. "Eu gostaria que o conselho escolhesse,
conforme o regimento, e que este presidente seja Vossa Excelência [Valadares]
para evitar de ficar discutindo regimento."
A última vez que Demóstenes falou sobre as
denúncias referentes ao elo com Cachoeira foi em 6 de março, no plenário do
Senado. Ele afirmou, após denúncia de que tinha recebido presente do bicheiro,
que era amigo de Cachoeira, mas não
tinha negócios com o contraventor. Depois disso, surgiram denúncias e
gravações da Operação Monte Carlo apontando que Demóstenes usou o mandato de
senador para tentar beneficiar Carlinhos Cachoeira.
Após breve declaração aos integrantes do conselho, o senador deixou a
reunião. "Peço licença para vossas excelências para me ausentar." Demóstenes não
quis responder perguntas de jornalistas ao deixar a reunião. Antes de entrar em
elevador privativo de senadores, ele afirmou: "Sou inocente e vou provar isso.
Fique tranquilo, sou inocente." Perguntado sobre como vai provar a inocência,
ele disse: "Com provas".
Presidente do conselho
O PMDB
anunciou nesta quinta-feira (12) que o partido
irá manter o senador Antonio Carlos Valadares na presidência do Conselho de
Ética do Senado. Valadares foi eleito para a presidência na última terça-feira
(10). Regimentalmente, a vaga pertence ao PMDB, partido que tem a maior bancada
no Senado. O PMDB chegou a anunciar que indicaria outro nome, mas não conseguiu
um senador para o cargo até esta quinta.
Tramitação
Demóstenes Torres terá 10 dias úteis a partir
desta quinta para apresentar defesa prévia. Oferecida a defesa, o relator
apresentará relatório preliminar, no prazo de até cinco dias úteis, e o
Conselho, também em até cinco dias úteis, realizará análise inicial do mérito da
representação, onde se examinará se há indícios de prática de ato que possa
sujeitar o senador à perda do mandato.
Após essa fase, o denunciado terá três dias úteis para apresentar as
alegações finais. Após esse prazo, o relator finalizará seu relatório, que será
apreciado pelo Conselho em até dez dias úteis.
Em caso de indicação para a perda do mandato, o parecer do Conselho de Ética
e Decoro Parlamentar será encaminhado à Comissão de Constituição, Justiça e
Cidadania para exame dos aspectos constitucional, legal e jurídico, o que deverá
ser feito no prazo de 5 cinco sessões ordinárias.
Concluída a tramitação no Conselho de Ética e na Comissão de Constituição e
Justiça, o processo será encaminhado à Mesa Diretora e, depois de lido no
expediente, será publicado no "Diário do Senado Federal" e distribuído em
avulsos para inclusão na ordem do dia. A cassação, se for indicada, precisa ser
aprovada em plenário
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Conselho de Ética (Foto: Iara Lemos / G1)
Ele foi à reunião do Conselho de Ética que definiu
o senador Humberto Costa (PT-PE) como relator do processo que vai apurar se
houve quebra de decoro parlamentar por parte de Demóstenes na relação com o
contraventor. Na quarta (11), o senador voltou ao Senado após
21 dias de sumiço, mas não tinha se pronunciado.
"Farei minha defesa por escrito e depois de forma mais contundente pois serei
questionado pelos membros conforme o regimento interno da Casa. [...] O que tem
de ser feito judicialmente vai ser feito. Aqui, quero me defender no mérito.
Ainda não tive oportunidade de fazer, eu farei e provarei que sou inocente",
afirmou Demóstenes aos integrantes do Conselho de Ética nesta quinta.O processo contra Demóstenes no Conselho de Ética foi aberto na terça (10). Devido às denúncias, Demóstenes já tinha deixado a liderança do DEM e depois pedido desfiliação do partido.
"Não estou aqui para questionar qualquer ato que tenha tomado o Conselho de Ética, apenas para fazer um alerta e dizer que não farei nada contra o regimento. Considero-me notificado desde ontem [quarta] e os prazos eu obedecerei independentemente do que disserem a partir de hoje [quinta]", disse o senador. Demóstenes tem 10 dias úteis a partir desta quinta para apresentar defesa.
O senador parabenizou o novo presidente do Conselho de Ética, Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), mas questionou os trâmites para a escolha.
"O senhor tem história política para levar adiante esta investigação com competência. [...] O que se percebe é que os artigos 24 e 88 não foram cumpridos. E não obstante Vossa Excelência ter todos os atribudos morais, tem o meu aplauso, mas é fato que as ordens regimentais têm de ser cumpridas. Não há eleição de presidente interino. Todas as eleições nesta Casa são para cumprir o mandato totalmente ou remanescente. Isto é claro."
saiba
mais
Demóstenes disse que gostaria apenas que o conselho realizasse a eleição para
referendar o nome de Valadares no cargo. "Eu gostaria que o conselho escolhesse,
conforme o regimento, e que este presidente seja Vossa Excelência [Valadares]
para evitar de ficar discutindo regimento."
A última vez que Demóstenes falou sobre as
denúncias referentes ao elo com Cachoeira foi em 6 de março, no plenário do
Senado. Ele afirmou, após denúncia de que tinha recebido presente do bicheiro,
que era amigo de Cachoeira, mas não
tinha negócios com o contraventor. Depois disso, surgiram denúncias e
gravações da Operação Monte Carlo apontando que Demóstenes usou o mandato de
senador para tentar beneficiar Carlinhos Cachoeira.
Após breve declaração aos integrantes do conselho, o senador deixou a
reunião. "Peço licença para vossas excelências para me ausentar." Demóstenes não
quis responder perguntas de jornalistas ao deixar a reunião. Antes de entrar em
elevador privativo de senadores, ele afirmou: "Sou inocente e vou provar isso.
Fique tranquilo, sou inocente." Perguntado sobre como vai provar a inocência,
ele disse: "Com provas".
Presidente do conselho
O PMDB anunciou nesta quinta-feira (12) que o partido irá manter o senador Antonio Carlos Valadares na presidência do Conselho de Ética do Senado. Valadares foi eleito para a presidência na última terça-feira (10). Regimentalmente, a vaga pertence ao PMDB, partido que tem a maior bancada no Senado. O PMDB chegou a anunciar que indicaria outro nome, mas não conseguiu um senador para o cargo até esta quinta.
TramitaçãoO PMDB anunciou nesta quinta-feira (12) que o partido irá manter o senador Antonio Carlos Valadares na presidência do Conselho de Ética do Senado. Valadares foi eleito para a presidência na última terça-feira (10). Regimentalmente, a vaga pertence ao PMDB, partido que tem a maior bancada no Senado. O PMDB chegou a anunciar que indicaria outro nome, mas não conseguiu um senador para o cargo até esta quinta.
Demóstenes Torres terá 10 dias úteis a partir desta quinta para apresentar defesa prévia. Oferecida a defesa, o relator apresentará relatório preliminar, no prazo de até cinco dias úteis, e o Conselho, também em até cinco dias úteis, realizará análise inicial do mérito da representação, onde se examinará se há indícios de prática de ato que possa sujeitar o senador à perda do mandato.
Após essa fase, o denunciado terá três dias úteis para apresentar as alegações finais. Após esse prazo, o relator finalizará seu relatório, que será apreciado pelo Conselho em até dez dias úteis.
Em caso de indicação para a perda do mandato, o parecer do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar será encaminhado à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania para exame dos aspectos constitucional, legal e jurídico, o que deverá ser feito no prazo de 5 cinco sessões ordinárias.
Concluída a tramitação no Conselho de Ética e na Comissão de Constituição e Justiça, o processo será encaminhado à Mesa Diretora e, depois de lido no expediente, será publicado no "Diário do Senado Federal" e distribuído em avulsos para inclusão na ordem do dia. A cassação, se for indicada, precisa ser aprovada em plenário
Agnelo é citado nominalmente em conversas do grupo de Cachoeira
Nome do governador aparece em conversa grampeada em abril de 2011.
A
coleta de lixo no DF é o tema do áudio gravado pela Polícia Federal
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz,
foi citado nominalmente em conversas gravadas em abril do ano passado pela
Polícia Federal. A gravação faz parte da Operação Monte Carlo, que investiga a
atuação de Carlos
Cachoeira, suspeito de explorar jogos de azar e subornar políticos para ter
proteção e receber benefícios de governos. Cachoeira foi preso pela Polícia
Federal em 29 de fevereiro.
Em um dos diálogos, Marcello Lopes, ex-assessor de Agnelo, fala com Idalberto
Matias de Araújo, o Dadá, suspeito de ser um dos principais auxiliares do
contraventor Carlos Cachoeira. No áudio, Idalberto Matias, é tratado pelo
codinome Chicão.
Marcello: Teve uma reunião, Chicão,
entre o Agnelo; Agnelo, o Rafael e João Monteiro, agora esses dias. E o Agnelo
falou para o João diretamente, isso foi o Cláudio me contando, pra cuidar da
Delta, pra deixar tudo, pra não dar problema nenhum no lixo.
No diálogo são citados João Monteiro que é o ex-diretor do Serviço de Limpeza
Urbana de Brasília (SLU), exonerado na última semana; Rafael seria Rafael
Barbosa, secretário de Saúde do governo do Distrito Federal; e Cláudio seria
Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta no Centro-Oeste.
O governador Agnelo Queiroz nega qualquer relação com o grupo de Carlinhos
Cachoeira e chama de fantasiosas as tentativas de envolvê-los no escândalo.
saiba mais
Marcello Lopes, ex-assessor de Agnelo Queiroz, disse que o nome dele está
sendo usado para atingir o governador. O advogado de Lopes, Jorge Amarante,
informou que a relação do seu cliente com Carlinhos Cachoeira não envolvia
negócios com o governo.
"Ele teve contato com Carlos Cachoeira duas vezes, só por telefone, e a
respeito de questões de índole pessoal, de contratos de índole particular e
antes dele ser assessor de governo", disse Amarante.
O secretário de saúde, Rafael Barbosa, falou que nunca se reuniu com João
Monteiro e não conhece Carlinhos Cachoeira. Afirmou ainda que é secretário de
Saúde e não tem nada a ver com lixo.
Em nota, João Monteiro repudia a vinculação de seu nome aos fatos em apuração
e colocou seus sigilos telefônico, bancário e fiscal à disposição.
A construtora Delta é responsável por dois terços do serviço de limpeza
urbana em Brasília. A Delta declara não ter qualquer relação imprópria com João
Monteiro e afirmou que afastou Claudio Abreu por causa das ligações com
Cachoeira.
“01”
Segundo relatório da Polícia Federal, outra gravação
indica que o governador Agnelo Queiroz teria tentado negociar um encontro com o
bicheiro Carlinhos Cachoeira. Agnelo seria tratado pelo grupo do contraventor
como o “01”.
A referida conversa é entre Cachoeira e o assessor Dadá. O recado teria sido
repassado por Zunga, que é João Carlos Feitoza, ex-subsecretário de Esportes e
funcionário do governo do DF.
Dadá: O Zunga me ligou aqui e tá querendo falar com você que
o chefe dele lá, o “01”, Magrão tá querendo... é.. não falou o que que é...
disse que tá ligando e não tá atendendo. Eu falei: Qual é o assunto? Ele disse
que é o Magrão. Magrão que eu entendi deve ser o “01”, não é não? Quer falar com
você.
Cachoeira: Vou falar com ele aqui.
Dadá: Liga pra ele aí pra ver o que é
O governador Agnelo Queiroz nega que tenha se reunido ou pedido encontro com
Cachoeira. “Isso é uma fantasia absoluta, não tenho relação nenhuma. Meu governo
não tem nenhum negócio em absoluto. Isso é mais uma tentativa de colocar meu
partido nessas denuncias e é mais uma tentativa frustrada”, afirmou.
João Carlos Feitoza, o Zunga, não foi encontrado pela equipe de reportagem
para comentar a denúncia.
Tempo fica instável em quase todo país e SP pode ter queda de granizo
Grande massa de ar quente e úmido cobre quase todas as regiões. O tempo fica instável e com risco de temporais entre SC, SP, MT e AC.
Ainda pode chover em São Paulo, após o temporal de quarta-feira (11). E ainda
pode ter queda de granizo na capital paulista. Na manhã desta quinta-feira (11),
o nevoeiro dificulta a vida de quem precisa viajar de avião. Estão fechados os
aeroportos de Curitiba, Navegantes, Joinville e Porto Alegre.
Na Grande
São Paulo, os bombeiros trabalham para apagar focos de incêndio em uma fábrica
de produtos químicos. Na quarta-feira, a fumaça podia ser vista de longe. Pelo
menos 90 pessoas trabalham no combate às chamas por pelo menos oito horas. Como
a fábrica fica em uma rua residencial, as ruas foram fechadas e a energia
cortada. Ninguém se machucou.
Veja a previsão do tempo completa
Uma grande massa de ar quente e úmido cobre quase todas as regiões. Por isso,
o tempo fica instável e com risco de temporais, à tarde, entre o leste de Santa
Catarina, São Paulo, Mato Grosso e o Acre.
O dia será de sol forte e nada de chuva apenas do centro de Minas Gerais ao
sul do Rio Grande do Norte. Nas outras regiões, o sol aparece também, mas são
esperadas pancadas de chuva.
Máxima de 27°C em Belo Horizonte e São Paulo e de 34°C no Rio de Janeiro e em
Teresina
'Foi uma gravidez funeral', diz avó de bebê anencéfalo que morreu em MT
Menina de oito meses nasceu nesta quarta (11) e ficou viva por um
minuto.
Família buscou na Justiça liberação da interrupção da
gravidez.
Avó de criança diz ser lamentável morte de bebê
e
contesta decisão da Justiça (Foto: Kelly Martins/G1)
A avó da recém-nascida que nasceu com anencefalia (sem cérebro) e acabou
morrendo na tarde desta quarta-feira (11) em Cuiabá, Dalete Soares de Souza,
declarou ao G1 estar abalada com a morte da neta e reclama que
a filha dela gerou uma “gravidez funeral”. A jovem Brendha Soares, de 19 anos,
foi fazer um exame de rotina em um hospital particular da capital e acabou dando
à luz uma menina que ficou viva por apenas um minuto.
“É lamentável o que ocorreu. Minha filha sofreu muito na gestação com várias
complicações de saúde. Ela praticamente sabia que estava gerando uma gravidez
funeral”, avaliou. A recém-nascida tinha quase oito meses de gestação e morreu
às 14h .
A mãe da menina continua internada e, conforme a família está em estado
febril por ter tido algumas complicações durante o parto sem previsão de alta. A
avó da criança, Dalete Soares, contou que acompanhou toda a gravidez da filha e
relatou que ela sentia muitas dores e sangramentos, sendo necessário ser
encaminhada ao hospital.
saiba mais
Em dezembro do ano passado, a família buscou na Justiça pela liberação da
interrupção da gravidez por conta dos riscos na saúde que a mãe da criança
estava sofrendo. No entanto, a ação protocolada na Comarca de Várzea Grande,
região metropolitana da capital, foi indeferida.
O advogado da Família, Vilson Nery, explicou que interpôs recurso contra a
decisão, mas que ainda não foi julgado. Para ele, o principal objetivo era
preservar a vida da mãe do bebê, que corria sérios riscos de morrer.
Pai de recém-nascida torce para a recuperação
da
esposa (Foto: Kelly Martins/G1)
Nesta quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento
que pede a liberação do aborto de feto sem cérebro. No entanto, acabou sendo
suspensa a sessão de julgamento após o voto de seis ministros.
O pai do bebê, o estudante Ernandes Kraieske Rodrigues, de 23 anos, declarou
ao G1 que se sente violado com a decisão da Justiça e observa
que a tristeza que a família está sentindo neste momento poderia ser evitada. “É
muito sofrimento e muita dor. Sentimos isso durante os oito meses de gestação
para a minha filha acabar morrendo e eu quase perder também minha esposa”,
frisou.
O jovem disse ainda que a Justiça foi “injusta” e que agora aguarda a
recuperação da esposa. O casal tem uma filha de três anos de idade e, segundo
Ernandes, o sonho de ter mais um filho não acabou. “Vamos tentar superar toda
essa tristeza. Mas, apesar de tudo, não desisti de ter outro filho”, finalizou.
O funeral do bebê será realizado na manhã desta quinta-feira (12) em Várzea
Grande.
contesta decisão da Justiça (Foto: Kelly Martins/G1)
esposa (Foto: Kelly Martins/G1)
Emprego na indústria cresce 0,1% em fevereiro, mostra IBGE
Sobre 2011, taxa recuou 0,7%; queda foi a mais forte desde janeiro de
2010.
Número de horas pagas aos trabalhadores da indústria cresceu 1,3%
Emprego na indústria cresce 0,1% em fevereiro, mostra IBGE
Sobre 2011, taxa recuou 0,7%; queda foi a mais forte desde janeiro de
2010.
Número de horas pagas aos trabalhadores da indústria cresceu
1,3%.
2 comentários
O emprego na indústria brasileira variou 0,1% em
fevereiro, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento divulgado
nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
saiba mais
Em fevereiro, a produção
da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,3%, na comparação com o
mês anterior, que havia registrado queda de 1,5%.
Apesar da leve alta registrada na variação mensal, de janeiro para fevereiro,
o emprego industrial recuou 0,7% em relação ao mesmo mês de 2011. Esse foi o
quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais forte
desde janeiro de 2010 (-0,9%). O índice acumulado nos últimos 12 meses avançou
de 3,9% em fevereiro de 2011 para 0,5% no mesmo mês deste ano.
A pesquisa mostra que o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria
cresceu 1,3% sobre janeiro, após queda de 0,1%. Na comparação anual, a taxa teve
queda de 0,8%, a sexta negativa seguida nesse tipo de confronto, mas a menos
intensa desde setembro último (-0,5%). No primeiro bimestre, a taxa recuou 1,1%
e, em 12 meses, 0,2%.
SalárioEm fevereiro, o valor da folha de pagamento dos
trabalhadores da indústria cresceu 1,3% em relação ao mês anterior, segunda taxa
positiva consecutiva.
"No resultado desse mês, observa-se a clara influência do avanço de 22,0%
assinalado pelo setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos
lucros e resultados em empresas do setor, uma vez que a indústria de
transformação apontou queda de 0,6%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice
de média móvel trimestral apontou expansão de 1,5% entre os trimestres
encerrados em janeiro e fevereiro, intensificando o resultado positivo
registrado no mês anterior (1,3%)", disse o IBGE, por meio de nota.
Em relação ao mesmo período do ano anterior, o valor da folha de pagamento
cresceu 5,4% - o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação e o
mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).
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O emprego na indústria brasileira variou 0,1% em
fevereiro, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento divulgado
nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
saiba mais
Em fevereiro, a produção
da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,3%, na comparação com o
mês anterior, que havia registrado queda de 1,5%.
Apesar da leve alta registrada na variação mensal, de janeiro para fevereiro,
o emprego industrial recuou 0,7% em relação ao mesmo mês de 2011. Esse foi o
quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais forte
desde janeiro de 2010 (-0,9%). O índice acumulado nos últimos 12 meses avançou
de 3,9% em fevereiro de 2011 para 0,5% no mesmo mês deste ano.A pesquisa mostra que o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria cresceu 1,3% sobre janeiro, após queda de 0,1%. Na comparação anual, a taxa teve queda de 0,8%, a sexta negativa seguida nesse tipo de confronto, mas a menos intensa desde setembro último (-0,5%). No primeiro bimestre, a taxa recuou 1,1% e, em 12 meses, 0,2%.
SalárioEm fevereiro, o valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria cresceu 1,3% em relação ao mês anterior, segunda taxa positiva consecutiva.
"No resultado desse mês, observa-se a clara influência do avanço de 22,0% assinalado pelo setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas do setor, uma vez que a indústria de transformação apontou queda de 0,6%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral apontou expansão de 1,5% entre os trimestres encerrados em janeiro e fevereiro, intensificando o resultado positivo registrado no mês anterior (1,3%)", disse o IBGE, por meio de nota.
Em relação ao mesmo período do ano anterior, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4% - o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).
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