Estudante do RJ vai para Harvard e quer trabalhar com educação pública
No total, três brasileiros foram aceitos na instituição americana.
Filho
de professor, João Henrique Vogel foi bolsista na rede
particular.
Outros dois estudantes do Brasil, Tábata Amaral, de 18 anos, e Gustavo
Haddad Braga, de 17 anos, ambos de São Paulo, também foram aceitos em
Harvard. A seleção é feita pelo Scholastic Assessment Test (SAT, Teste de
Avaliação Escolar), uma espécie de "Enem americano", que também é aplicado no
Brasil aos interessados em disputar vagas nos Estados Unidos. Para ser admitido
também é necessário fazer o teste de proficiência em inglês, o Toefl (Test of
English as a Foreign Language).
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mais
Nas provas do SAT, uma de conhecimentos em ciências e outra de inglês, João
Henrique fez 2.240 e 1.970 pontos (o total era 2.400 em cada). No Toefl, o
estudante garantiu nota 104, quando o máximo era 120.Filho de um professor nascido na Espanha e de uma dona de casa, o estudante atribui o sucesso ao apoio da família e da escola, o Sistema Elite de Ensino. "Sempre tive bolsa de estudo, porque meu pai é professor. Ele está no Brasil há 20 anos e quis ser professor para garantir um bom estudo para mim. Se minha família tivesse de pagar, não teria condições."
O estudante concluiu os ensinos fundamental e médio em escolas da rede particular como bolsista. No ensino médio, descobriu o mundo das olimpíadas e garantiu seis prêmios: bronze e prata na Olimpíada Estadual de Química em anos diferentes; ouro na Olimpíada Nacional de Astronomia e três menções honrosas.
Solidariedade
Em Harvard, João Henrique pretende estudar física e economia, e ainda tem dúvidas sobre ciências da computação. Fã de física, ele quer se dedicar à área mais como hobby. Com economia o plano é desenvolver o lado das ciências humanas. "Meu pai é envolvido com causas sociais e percebi que quero trabalhar com pessoas, mudar vidas. Depois de formado quero voltar para o Brasil e atuar em educação pública, melhorar o sistema."
Em 2010, João Henrique coordenou uma campanha em sua escola para arrecadar alimentos, roupas e itens de higiene para um abrigo do Rio de Janeiro. Também reverteu o ingresso para entrada dos jogos esportivos do colégio em alimentos. No Natal, os alunos apadrinharam cada criança abrigada e doaram kits com brinquedo e roupa.
Depois de concluir o ensino médio no fim do ano passado, João Henrique tornou-se voluntário do Sistema Elite. O jovem ajuda a realizar um trabalho de preparação e orientação aos alunos que querem estudar nos Estados Unidos. Para ele, o suporte emocional - e financeiro, para aplicação das provas - foi fundamental, por isso é necessário retribuir.
"Não há limite para nada, podemos chegar onde quisermos se tivermos dedicação. Queria fazer engenharia no IME ou no ITA, mas depois comecei a olhar para as melhores universidades do mundo. Com trabalho e esforço é possível", diz.
Para João Henrique, a alegria agora é a mesma de ter acertado as dezenas premiadas da loteria. "Me sinto como se tivesse ganhado na Mega-Sena. A diferença é que loteria é sorte. Estou realizado acadêmica e profissionalmente pelo resto da minha vida. Minha mãe chora, meu pai conta para todo mundo. A saudade? Vou saber em agosto [quando deve viajar], por enquanto é só alegria."
Coordenador da Lei Seca assume erro de agentes em multa a deficiente
Cinco dias atrás, Esther Braescher Naveira e Silva passou por um constrangimento ao ser parada numa blitz da Lei Seca no Jardim Botânico. Apesar de ser deficiente — ela tem a metade esquerda do corpo paralisada — e não conseguir soprar o bafômetro, foi multada por ter supostamente ingerido bebida alcoólica e teve a carteira apreendida. Ontem à noite, após o EXTRA contar a história de Esther, ela recebeu a habilitação de volta, a suspensão da multa e anulação dos pontos na carteira. E não só isso. A analista de sistemas de 36 anos ganhou flores e um pedido de desculpas, em nome do governo do estado, do coordenador da Lei Seca, major Marco Andrade.
Petrobras encerra inscrição para 1.521 vagas
São 647 vagas para nível superior e 873 para nível médio/técnico.
Os
salários vão de R$ 1.994,30 a R$ 6.883,05
| Inscrições |
| De 27 de março a 11 de abril |
| Vagas |
| 1.521 |
| Salário |
| De R$ 1.994,30 a R$ 6.883,05 |
| Taxa |
| R$ 35,00 e R$ 50,00 |
| Provas |
| 6 de maio |
Entre os cargos com maior número de vagas disponíveis estão técnico de operação júnior e técnico de administração e controle júnior, para o nível médio, e engenheiro de equipamentos júnior - mecânica e administrador júnior para o nível superior. A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.994,30 a R$ 2.896,02 para cargos de nível médio e R$ 6.388,31 a R$ 6.883,05 para cargos de nível superior.
A Petrobras também oferece uma série de benefícios, como previdência complementar, plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.
Também há vale refeição, de R$ 636,46 por mês, nas unidades que não possuem restaurantes e pagamento de participação nos lucros ou resultados (PLR). No ano passado, o valor de R$ 1.691 bilhão foi distribuído entre os 72.599 empregados da Petrobras.
Nos locais indicados na coluna "Localidades" do quadro do Anexo I do edital, existem unidades da Petrobras abrangidas pelo polo de trabalho correspondente. O candidato que vier a ser admitido ou readmitido poderá ser inicialmente alocado em uma daquelas unidades. Os candidatos que concorrem a cargos cujo polo de trabalho é nacional poderão ser alocados em qualquer localidade da Federação onde a Petrobras tenha unidade, independentemente do domicílio do candidato e/ou da cidade escolhida para realização das provas.
Os cargos de nível superior, polo nacional, são de administrador júnior, advogado júnior, analista ambiental júnior - biologia, analista de comercialização e logística júnior - comércio e suprimento, analista de comercialização e logística júnior - transporte marítimo, analista de pesquisa operacional júnior, analista de sistemas júnior - engenharia de software, analista de sistemas júnior - infraestrutura, analista de sistemas júnior - processos de negócio, bibliotecário júnior, economista júnior, engenheiro-agrônomo júnior, engenheiro civil júnior, engenheiro de equipamentos júnior - elétrica, engenheiro de equipamentos júnior - eletrônica, engenheiro de equipamentos júnior - inspeção, engenheiro de equipamentos júnior - mecânica, engenheiro de equipamentos júnior - terminais e dutos, engenheiro de meio ambiente júnior, engenheiro de petróleo júnior, engenheiro de processamento júnior, engenheiro de produção júnior, engenheiro de telecomunicações júnior, engenheiro naval júnior, geofísico júnior - física, geólogo júnior, médico do trabalho júnior, profissional de comunicação social júnior - relações públicas e psicólogo júnior.
Os cargos de nível médio/técnico, demais polos, são inspetor de segurança interna júnior, técnico ambiental júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de comercialização e logística júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de enfermagem do trabalho júnior, técnico de estabilidade júnior, técnico de exploração de petróleo júnior - geologia, técnico de informática júnior, técnico de inspeção de equipamentos e instalações junior, técnico de logística de transporte júnior - controle, técnico de logística de transporte júnior - operação, técnico de manutenção júnior - caldeiraria, técnico de manutenção júnior - elétrica, técnico de manutenção júnior - eletrônica, técnico de manutenção júnior - instrumentação, técnico de manutenção júnior - mecânica, técnico de operação júnior, técnico de perfuração e poços júnior, técnico de projetos, construção e montagem júnior - edificações, técnico de projetos construção e montagem júnior - elétrica, técnico de projetos, construção e montagem júnior - eletrônica, técnico de projetos, construção e montagem júnior - estruturas navais, técnico de projetos, construção e montagem júnior - instrumentação, técnico de projetos, construção e montagem júnior - mecânica, técnico de segurança júnior, técnico de suprimento de bens e serviços júnior - administração, técnico de suprimento de bens e serviços júnior - elétrica, técnico de suprimento de bens e serviços júnior - mecânica, técnico de telecomunicações júnior e técnico químico de petróleo júnior.
Os cargos de analista de sistemas júnior - engenharia de software, analista de sistemas júnior - infraestrutura e analista de sistemas júnior - processos de negócio aceitam tecnólogos. Serão aceitos diplomas e certificados de outros cursos superiores de tecnologia, com denominações distintas, desde que constem na Tabela de Convergência anexa ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia e que sejam convergentes para os cursos de graduação tecnológica requeridos para o cargo ofertado, conforme a citada Tabela de Convergência, disponível no endereço eletrônico do Ministério da Educação (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=5362&Itemid=).
Do total de vagas previstas, serão reservadas vagas para pessoas com deficiência nos seguintes cargos, polos de trabalho e quantitativos: Administrador(a) Júnior - no polo de trabalho Nacional - 5 vagas; Advogado(a) Júnior - no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Analista de Comercialização e Logística Júnior - Comércio e Suprimento – no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Analista de Comercialização e Logística Júnior - Transporte Marítimo - no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software – no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Analista de Sistemas Júnior - Infraestrutura - no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Analista de Sistemas Júnior - Processos de Negócio - no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Economista Júnior - no polo de trabalho Nacional - 1 vaga; Engenheiro(a) de Produção Júnior - no polo de trabalho Nacional - 3 vagas; Técnico(a) de Administração e Controle Júnior - no polo de trabalho Estado da Bahia - 1 vaga, no polo de trabalho Estado do Amazonas - 1 vaga, no polo de trabalho Rio de Janeiro - 2 vagas e no polo de trabalho Macaé - 1 vaga; Técnico(a) de Comercialização e Logística Júnior - no polo de trabalho Rio de Janeiro - 1 vaga; Técnico(a) de Informática Júnior - no polo de trabalho Rio de Janeiro - 1 vaga; Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Junior - Administração - no polo de trabalho Macaé – 1 vaga e Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Junior – Mecânica - no polo de trabalho Rio de Janeiro - 1 vaga e no polo de trabalho Macaé - 1 vaga.
As inscrições devem ser feitas pelo site www.cesgranrio.org.br da
0h do dia 27 de março até as 23h59 do dia 11 de abril. A taxa é de R$ 35 para os
cargos de nível médio e de R$ 50 para os cargos de nível superior.
O processo seletivo público será constituído de provas objetivas (para todos os cargos), sendo as provas de conhecimentos básicos de caráter eliminatório e as provas de conhecimentos específicos de eliminatório e classificatório; de prova discursiva exclusivamente para o cargo de advogado júnior, de caráter eliminatório e classificatório; e de exame de capacitação física somente para os cargos de inspetor de segurança interna júnior e técnico de perfuração e poços júnior, de caráter eliminatório.
As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas/SP, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macaé/RJ, Maceió, Manaus, Mauá/SP, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos/SP, São José dos Campos/SP, São Luís, São Mateus do Sul/PR, São Paulo, Três Lagoas/MS e Vitória.
A aplicação das provas objetivas para todos os cargos e prova discursiva para o cargo de advogado júnior será em 6 de maio.
O prazo de validade do concurso será de 6 meses, a contar da data de publicação do Edital de homologação dos resultados finais, podendo vir a ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da Petrobras. Os candidatos que constam em cadastro do processo seletivo público anteriormente realizado terão prioridade na convocação na hipótese de surgirem vagas para o mesmo cargo/polo, durante o prazo de validade do processo seletivo público.
O processo seletivo público será constituído de provas objetivas (para todos os cargos), sendo as provas de conhecimentos básicos de caráter eliminatório e as provas de conhecimentos específicos de eliminatório e classificatório; de prova discursiva exclusivamente para o cargo de advogado júnior, de caráter eliminatório e classificatório; e de exame de capacitação física somente para os cargos de inspetor de segurança interna júnior e técnico de perfuração e poços júnior, de caráter eliminatório.
As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas/SP, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macaé/RJ, Maceió, Manaus, Mauá/SP, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos/SP, São José dos Campos/SP, São Luís, São Mateus do Sul/PR, São Paulo, Três Lagoas/MS e Vitória.
A aplicação das provas objetivas para todos os cargos e prova discursiva para o cargo de advogado júnior será em 6 de maio.
O prazo de validade do concurso será de 6 meses, a contar da data de publicação do Edital de homologação dos resultados finais, podendo vir a ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da Petrobras. Os candidatos que constam em cadastro do processo seletivo público anteriormente realizado terão prioridade na convocação na hipótese de surgirem vagas para o mesmo cargo/polo, durante o prazo de validade do processo seletivo público.
Os candidatos que vierem a ser admitidos ou readmitidos nos cargos de administrador júnior; analista ambiental júnior - biologia; analista de comercialização e logística júnior - comércio e suprimento; analista de comercialização e logística júnior - transporte marítimo; analista de pesquisa operacional júnior; analista de sistemas júnior - engenharia de software; analista de sistemas júnior - infraestrutura; analista de sistemas júnior - processos de negócio; economista júnior; engenheiro de equipamentos júnior - elétrica; engenheiro de equipamentos júnior - eletrônica; engenheiro de equipamentos júnior - inspeção; engenheiro de equipamentos júnior - mecânica; engenheiro de equipamentos júnior - terminais e dutos; engenheiro de meio ambiente júnior; engenheiro de petróleo júnior; engenheiro de processamento júnior; engenheiro de produção júnior; engenheiro naval júnior; geofísico júnior - física; geólogo júnior; técnico ambiental júnior; técnico de comercialização e logística júnior; técnico de estabilidade júnior; técnico de exploração de petróleo júnior - geologia; técnico de inspeção de equipamentos e instalações júnior; técnico de logística de transporte júnior - controle; técnico de logística de transporte júnior - operação; técnico de manutenção júnior - caldeiraria; técnico de manutenção júnior - elétrica; técnico de manutenção júnior - eletrônica; técnico de manutenção júnior - instrumentação; técnico de manutenção júnior - mecânica; técnico de operação júnior; técnico de perfuração e poços júnior; técnico(a) de projetos, construção e montagem júnior - edificações; técnico de projetos, construção e montagem júnior - elétrica; técnico de projetos, construção e montagem júnior - eletrônica; técnico de projetos, construção e montagem júnior - estruturas navais; técnico de projetos, construção e montagem júnior - instrumentação; técnico de projetos, construção e montagem júnior - mecânica; técnico de segurança júnior; técnico de suprimento de bens e serviços júnior - administração; técnico de suprimento de bens e serviços júnior - elétrica; técnico de suprimento de bens e serviços júnior - mecânica; técnico químico de petróleo júnior participarão de Programa de Formação de Empregados. O local de realização será informado na fase de admissão ou readmissão.
Até o final de 2015, a Petrobras pretende atingir um efetivo de 76 mil empregados - um aumento de aproximadamente 30% em relação ao efetivo atual, que é de cerca de 58.500 empregados. Deverão ser admitidos nos próximos quatro anos mais de 22 mil pessoas para dar suporte aos projetos previstos no Plano de Negócios da companhia.
Após seis dias, operários presos em mina no Peru são resgatados
Presidente Ollanta Humala acompanhou o resgate desde a
véspera.
Trabalhadores ficaram soterrados após deslizamento em mina
clandestina.
Socorristas resgataram vivos nesta quarta-feira
(11) os nove mineiros presos há seis dias a 250 metros de profundidade em um
túnel horizontal de uma mina de cobre clandestina no sudeste do Peru.
Os mineiros começaram a sair caminhando da mina um por um junto com os
socorristas a partir das 7h no horário local (9h de Brasília), portando cada um
deles cobertores e óculos escuros para se proteger da luz do sol.
Um dos mineiros saiu caminhando com dificuldade e usando máscara de
oxigênio.
Os resgatados são Jacinto Pariona, de 59 anos, e seu filho Roger Pariona, de
32, Félix Cucho Aguilar, de 41, Edwin Bellido, de 34, e os irmãos Santiago e
Juan Taipa, de 22 e 23 anos, respectivamente. Além deles, também foram retirados
da mina Carlos Huamaní, de 47 anos, Jesus Capatinta Raymi, de 35, e Julio César
Huayta, de quem não há outros dados.
Mineiro é recebido por familiares após ser
resgatado da mina (Foto: Martin Mejia/AP)
O presidente Ollanta Humala e os
familiares receberam os homens na entrada do túnel da mina de cobre de Cabeça de
Negro, cenário do drama vivido no Peru desde a última quinta-feira (5).
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Uma bandeira peruana foi hasteada junto ao túnel por um grupo de mineiros que
participavam no resgate. Durante o período soterrados, os homens receberam
oxigênio e líquidos através de uma tubulação.
A mina de cobre tinha sido abandonada na década de 1990, mas sua entrada não
foi dinamitada como exige a lei, e desde então os chamados mineiros informais
trabalhavam no local sem as adequadas condições de segurança.
A mina se encontra fechada entre altas colinas, desérticas e pedregosas, que
fazem com que a distância ao primeiro centro povoado não possa ser percorrida
pelas ambulâncias em menos de três horas.
Humala, que foi ao local acompanhar a fase final do
resgate na noite de terça-feira (10), informou então que haveria
uma demora de "algumas horas" para o resgate dos homens.
"Houve alguns contratempos devido à estrutura de uma rocha, teremos que
esperar mais algumas horas", disse o presidente ao sair do túnel da mina Cabeça
de Negro, onde os mineiros estavam retidos.
Homem é retirado com um cobertor e óculos escuros
após seis dias soterrado (Foto: Martin Mejia/AP
Irmãs compartilham dor de doença rara que acumula cristais no corpo
Emily e Poppy-Mae devem ter de receber transplante antes da vida
adulta.
Cistinose afeta principalmente os rins e os olhos.
Duas irmãs inglesas sofrem com uma doença rara que, aos poucos, leva ao
acúmulo de cristais no corpo, o que pode afetar principalmente os rins e os
olhos. As informações são do jornal “Daily Mail’.
Emily e Poppy-Mae têm cistinose, uma doença que tem cerca de 2 mil casos
registrados em todo o mundo. Como é uma doença genética, os pais sabiam que o
risco de que a segunda filha tivesse a doença era de 25%, já que a mais velha já
tinha sido diagnosticada.
Emily e Poppy-Mae têm cistinose, uma doença que tem cerca de
2 mil casos registrados em todo o mundo (Foto: Reprodução/Daily
Mail)
A doença não tem cura, e as duas meninas provavelmente terão de receber
transplantes de rim para chegar à vida adulta. Sem nenhum tratamento, os rins
delas devem parar de funcionar até os dez anos de idade. Emily hoje tem três
anos, e Poppy-Mae está com um ano e dez meses
“Crianças com cistinose não têm as melhores expectativas de vida, mas pelo
menos elas sabem o que a outra está passando e sempre terão alguém para cuidar
delas”, disse a mãe Jessica.
“Quando a Poppy-Mae também recebeu o diagnóstico, fiquei devastada, mas agora
estou contente de alguma forma, por que elas sempre terão uma à outra para
consolar”, completou.
Fotos revelam, do alto, esquinas de NY

Depois de Detroit, agora é a vez de Nova York ser retratada do alto. Isso
porque o fotógrafo Navid Baraty resolveu
registrar as ruas e as esquinas da cidade sob um ponto de vista pouco usual e um
tanto vertiginoso: o topo de arranha-céus.
O fotógrafo cresceu na zona rural de Ohio, e trabalhou como engenheiro até
decidir pela carreira artística. Depois de viver muitos anos em San Francisco,
escolheu Nova York para morar e trabalhar, mais especificamente o Brooklyn.

Freelancer em publicações como a revista National Geographic, Baraty
utiliza técnicas simples de fotografia, e depende apenas da boa vontade de
zeladores e síndicos para poder acessar a cobertura dos edifícios e, assim,
poder fazer seus registros. Em outras ocasiões, fotografa do alto de
helicópteros.
Mas seu trabalho não se resume apenas aos registros da Big Apple. Além de
grandes cidades, ele também fotografa cenários naturais. “Procuro retratar
fielmente a condição humana e, assim, incentivo as pessoas a repensarem seu
papel na Terra”, explica.
(Clique em qualquer uma das imagens para vê-las em
galeria)








Laudo confirma que bebê encontrado em lixo de hospital de MT nasceu vivo
Laudo do IML de Cuiabá confirmou que bebê morreu logo após o parto.
Mãe
do bebê já está presa e vai responder por homicídio simples.
IML confirmou que mãe jogou bebê, ainda vivo, no
lixo do banheiro (Foto: Ericksen Vital/G1)
O bebê recém-nascido encontrado morto dentro de uma lixeira do hospital São
Lucas, na cidade de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, realmente
nasceu vivo. A informação é do Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá, que
confirmou ao G1 que o bebê nasceu com vida, pesando 2,6 quilos
e após aproximadamente sete meses de gestação. A causa da morte, conforme laudo
do IML, foi insuficiência respiratória.
O exame apontou que o bebê ainda respirou antes de morrer, dentro do lixo que
estava cheio de produtos infectantes. Segundo a Polícia Civil, a mãe do bebê já
foi presa e indiciada por homicídio simples. A suspeita confessou o crime à
polícia e foi encaminhada para o Presídio Feminino, logo após receber alta do
hospital na manhã desta terça-feira (10).
saiba mais
"A jovem estava desesperada. Penso na confusão na cabeça dela temendo a
reação da mãe e do namorado", afirmou ao G1 o médico Marcos Antônio de Moraes,
que atendeu a paciente. Ele contou que a jovem de 19 anos alegava sentir fortes
dores renais e disse ainda que ficou surpreso ao saber da morte do bebê. “Ela
acabou destruindo duas vidas”, declarou.
Segundo o médico, a jovem entrou na unidade acompanhada da mãe, por volta das
8h30 desta segunda-feira (9), alegando sentir fortes dores renais. O médico
Marcos Antônio afirmou que ela apresentava quadro de hipertensão, inchaço e
dificuldade para urinar. O médico afirmou ainda que estranhou o fato de a jovem
não deixar tocá-la para os exames de rotina.
Jovem não quis exameA princípio, de acordo com o médico,
a jovem apresentava sinais de cólica renal e foi encaminhada para receber
tratamento clínico. A jovem foi internada no setor de enfermagem do hospital.
Ainda conforme o médico, foi pedido a realização de uma ultrassonografia para
comprovar o que estava causando a dor renal. No entanto, a jovem demonstrou não
querer fazer o exame. O médico disse que o exame foi marcado para depois das
17h, mas por volta das 16h30 uma funcionária da limpeza achou o bebê morto
dentro do lixo, após muitas pacientes reclamarem do mal cheio no quarto vindo do
banheiro.
Médico disse que jovem inicialmente negou
que
estivesse grávida (Foto: Ericksen Vital / G1)
A seguir, a direção do hospital chamou a polícia. De acordo com o médico, a
jovem negou inicialmente que fosse a mãe do bebê. Ela disse, inclusive, que nem
estava grávida. No entanto, após muitas conversas, a jovem relatou que realmente
foi até o banheiro e deu à luz o bebê espontaneamente. “Ela estava com medo. Ela
é uma jovem simples, tem muito medo da mãe, tem um namorado de apenas três
meses, mas já possuía sete meses de gestação”, ponderou o médico Marcos Antônio,
o primeiro a ouvir a jovem confirmar que era a mãe do bebê.
Outras pessoas que viram o bebê morto também ficaram indignadas com o
ocorrido. “É muito triste. Não sei se eu tinha raiva ou pena da mãe. Foi muito
difícil”, declarou a administradora do hospital, Elza Maria dos Santos Ferreira
Ortis, de 58 anos. Em quase 30 anos de carreira, ele disse que nunca viu um caso
igual. Ela contou que, por também ser mãe, teve até dificuldades para dormir
devido à história.
Estado mental normalDe acordo com
a delegada da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Sílvia Pauluzi,
que acompanha o caso, a mãe da criança contou em depoimento que não sabia que
estava grávida. Além disso, a delegada informou que a mãe da criança foi
submetida a uma avaliação psiquiátrica no IML, que atestou que a jovem estava
com estado psiquiátrico considerado normal.
O exame apontou que o bebê ainda respirou antes de morrer, dentro do lixo que estava cheio de produtos infectantes. Segundo a Polícia Civil, a mãe do bebê já foi presa e indiciada por homicídio simples. A suspeita confessou o crime à polícia e foi encaminhada para o Presídio Feminino, logo após receber alta do hospital na manhã desta terça-feira (10).
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"A jovem estava desesperada. Penso na confusão na cabeça dela temendo a
reação da mãe e do namorado", afirmou ao G1 o médico Marcos Antônio de Moraes,
que atendeu a paciente. Ele contou que a jovem de 19 anos alegava sentir fortes
dores renais e disse ainda que ficou surpreso ao saber da morte do bebê. “Ela
acabou destruindo duas vidas”, declarou.Segundo o médico, a jovem entrou na unidade acompanhada da mãe, por volta das 8h30 desta segunda-feira (9), alegando sentir fortes dores renais. O médico Marcos Antônio afirmou que ela apresentava quadro de hipertensão, inchaço e dificuldade para urinar. O médico afirmou ainda que estranhou o fato de a jovem não deixar tocá-la para os exames de rotina.
Jovem não quis exameA princípio, de acordo com o médico, a jovem apresentava sinais de cólica renal e foi encaminhada para receber tratamento clínico. A jovem foi internada no setor de enfermagem do hospital. Ainda conforme o médico, foi pedido a realização de uma ultrassonografia para comprovar o que estava causando a dor renal. No entanto, a jovem demonstrou não querer fazer o exame. O médico disse que o exame foi marcado para depois das 17h, mas por volta das 16h30 uma funcionária da limpeza achou o bebê morto dentro do lixo, após muitas pacientes reclamarem do mal cheio no quarto vindo do banheiro.
estivesse grávida (Foto: Ericksen Vital / G1)
Outras pessoas que viram o bebê morto também ficaram indignadas com o ocorrido. “É muito triste. Não sei se eu tinha raiva ou pena da mãe. Foi muito difícil”, declarou a administradora do hospital, Elza Maria dos Santos Ferreira Ortis, de 58 anos. Em quase 30 anos de carreira, ele disse que nunca viu um caso igual. Ela contou que, por também ser mãe, teve até dificuldades para dormir devido à história.
Estado mental normalDe acordo com a delegada da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Sílvia Pauluzi, que acompanha o caso, a mãe da criança contou em depoimento que não sabia que estava grávida. Além disso, a delegada informou que a mãe da criança foi submetida a uma avaliação psiquiátrica no IML, que atestou que a jovem estava com estado psiquiátrico considerado normal.
'Busquei no estudo uma vida melhor',
diz 1ª travesti
doutoranda do país
Natural do interior do Ceará, professora vai defender tese em julho.
Luma
ganhou direito de alterar o nome João nos documentos em 2010.
Luma Andrade escreve tese sobre discriminação nas escolas
(Foto: Luma Andrade/Arquivo Pessoal)
Mesmo na infância em Morada Nova, a 163 km de Fortaleza, a
discriminação não foi barreira para a cearense Luma Nogueira de Andrade, que
nasceu com o nome de João. Filha de agricultores analfabetos, ela resolveu abrir
caminhos e enfrentar a pobreza e o preconceito com o conhecimento. Aos 35 anos,
Luma será em julho a primeira travesti a apresentar uma tese de doutorado no
Brasil. “Canalizei toda a energia para os estudos e, assim, fui conquistando
respeito de todos. Busquei no estudo uma alternativa de vida melhor”, diz.
A doutoranda em Educação pela Universidade Federal
do Ceará (UFC) estuda a
realidade de travestis nas escolas. Nas páginas da tese, ao relatar casos de
estudantes que vivem situações de aceitação ou total repressão, Luma faz um
paralelo com a própria história.
saiba mais
A cearense conta que, nas primeiras séries escolares em Morada Nova, chegou a
ser agredida por outros alunos por “ser diferente e sempre preferir brincar com
as meninas”. “Uma vez, quando cheguei na sala de aula chorando, ouvi da
professora: 'Bem feito. Quem mandou você ser assim?' ”, recorda. O menino João
não se sentia bem para ir ao banheiro masculino e não podia frequentar o
feminino. “Sentia dores abdominais porque preferia não ir ao banheiro. Muitas
vezes, saia correndo para casa quando terminava a aula para urinar”, conta.
Superação
Em vez de desistir de assumir quem era ou se
rebelar, Luma repetia para si mesma: “Eu vou superar isso”. E, assim, foi
vencendo o preconceito dos alunos e professores, sendo sempre o destaque da
turma. “A estratégia era eu ser a melhor aluna. Eu fazia um acordo, eu ajudava,
dava aulas particulares e eles me aceitavam”, diz. Aos 18 anos, quando passou no
vestibular na primeira tentativa para o curso de Ciências da Universidade
Estadual do Ceará (Ceará), no campus de Limoeiro do Norte, os olhares de
reprovação por se vestir com roupas femininas e estar maquiada não diminuíram.
“Eu me enganei. Na faculdade, eu sofri tanto quanto na educação básica”.
De cabelos compridos, mas ainda assinando como
João, Luma voltou para a sala de aula. Dessa vez, como professora de Ciências da
Natureza. “No primeiro dia, os diretores da escola ficaram atrás da porta para
observar como eu dava aula”, lembra. Ao contrário do que pensavam, a professora
era uma das mais queridas e reconhecidas pelo ensino. “Por entender as
dificuldades de ser diferente, eu me identificava muito e me aproximava dos
alunos. Muitos deles, de alguma forma, se viam diferentes”, conta.
Em
1998, Luma Andrade passou para concurso de professor efetivo da rede municipal
de Morada Nova e também começou a ensinar em escolas estaduais e particulares.
Quando passou no Mestrado em Desenvolvimento do Meio Ambiente em Mossoró, no Rio Grande do
Norte, apesar de ser vista por colegas de trabalho com “mau exemplo”, não
abriu mão de continuar a ensinar e pediu transferência para uma escola de
Aracati, município mais próximo de onde estudava.
Com o título de mestre,
em 2003, ela prestou concurso para a rede estadual de ensino de Aracati e, de
quatro vagas, foi a primeira e única aprovada. Na hora de ser lotada, os
diretores disseram que não havia vagas e Luma teve de pedir a intervenção da
Secretaria de Educação do Estado (Seduc) para assumir o cargo. Em Aracati, Luma
passou a dar palestras e aulas de cursinho pré-vestibular e desenvolveu, em
2005, o projeto “Intimamente Mulher” que incentivava alunas e professoras a
fazer exames de prevenção. A iniciativa ganhou o primeiro lugar no Estado e Luma
recebeu o prêmio no Ministério da Educação.
Mesmo com reconhecimentos e títulos, a educadora
continuava encontrando discriminação. Ao colocar próteses de silicone nos seios,
a travesti conta que foi enviada uma denúncia à Secretaria de Educação. “Eles
diziam que estava mostrando os seios para os alunos, mas provei que não era
verdade. Ia até com uma bata para não chamar atenção”. Em 2007, passou em uma
seleção e mudou-se para Russas para ser supervisora de 26
escolas estaduais em 13 municípios do Ceará. No cargo, a travesti pode
acompanhar e ajudar mais de perto as histórias de outras “Lumas” agredidas na
escola ou em casa. “Eu via nelas eu mesma. Toda a dificuldade que passei”.
Mudança de nome
Aos 33 anos, Luma ainda tinha nos
documentos o nome de João Filho Nogueira de Andrade. No dia da mulher de 2010,
ganhou o presente de ser a primeira travesti a ter o direito de mudar os
documentos sem a operação de mudança de sexo no Ceará. As histórias de vitórias
e de superações que já chamaram atenção de cineasta e políticos não vão parar.
Luma não se cansa de seguir e abrir os caminhos em defesa da diversidade humana.
“Quero combater todo o preconceito. Cada passo que eu dou, cada degrau que eu
subo, sei que estou contribuindo para mudar pessoas e não posso deixar de buscar
novos espaços. A própria travesti pensa que não existe outro caminho sem ser a
prostituição”, afirma
Em 1998, Luma Andrade passou para concurso de professor efetivo da rede municipal de Morada Nova e também começou a ensinar em escolas estaduais e particulares. Quando passou no Mestrado em Desenvolvimento do Meio Ambiente em Mossoró, no Rio Grande do Norte, apesar de ser vista por colegas de trabalho com “mau exemplo”, não abriu mão de continuar a ensinar e pediu transferência para uma escola de Aracati, município mais próximo de onde estudava.
Com o título de mestre, em 2003, ela prestou concurso para a rede estadual de ensino de Aracati e, de quatro vagas, foi a primeira e única aprovada. Na hora de ser lotada, os diretores disseram que não havia vagas e Luma teve de pedir a intervenção da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) para assumir o cargo. Em Aracati, Luma passou a dar palestras e aulas de cursinho pré-vestibular e desenvolveu, em 2005, o projeto “Intimamente Mulher” que incentivava alunas e professoras a fazer exames de prevenção. A iniciativa ganhou o primeiro lugar no Estado e Luma recebeu o prêmio no Ministério da Educação.
Professora atira tamanco e Justiça do Rio condena colégio a indenizar aluna
Jovem se assustou e deverá ser indenizada por danos morais em R$ 5
mil.
'Tal método de ensino é altamente questionável', declara desembargador.A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou o Colégio e Curso
Intellectus a pagar indenização de R$ 5 mil, por danos morais, a uma aluna do
ensino fundamental. A jovem levou um susto quando uma professora, durante a
aula, atirou seu tamanco na direção dos alunos. Segundo o TJ informou na nesta
quarta-feira (11), os desembargadores entenderam que o comportamento da
professora foi incompatível com o ofício de ensinar.
O advogado Rodrigo do Nascimento Lemgruber, que representa o colégio, se
declarou surpreso com a decisão, uma vez que, na primeira instância, o colégio
foi absolvido com parecer favorável do Ministério Público. Ele disse que aguarda
ter acesso ao teor da decisão dos desembargadores para estudar a possibildade de
elaborar um recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo a defesa do colégio, a professora apenas tentava manter a turma em
ordem, e não teve a intenção de agredir ou constranger qualquer aluno. Ela teria
apenas proposto uma brincadeira.
Em decisão unânime, os desembargadores entenderam que houve falha na
prestação do serviço, e que a atitude da professora poderia estimular os alunos
a um comportamento violento, não admitido pela sociedade.
“Parece-me que tal método de ensino é altamente questionável em se tratando
de crianças entre 10 e 11 anos de idade, pois o resultado será uma verdadeira
algazarra, uma extensão do recreio, sem qualquer proveito educacional. Ou então,
em caso de crianças introvertidas, terá o efeito inverso, de desestimular a
participação em sala de aula”, disse o desembargador relator Luciano Rinaldi na
decisão.
O magistrado também lembrou da importância dos educadores e das dificuldades
impostas aos profissionais da área, mas ressaltou que o bom professor é aquele
que consegue a atenção dos alunos transformando as aulas numa experiência
educacional prazerosa.
A professora teve seu contrato de trabalho rescindido pelo colégio, segundo o
Tribunal de Justiça.
Médico é acusado de falhar em cirurgia e ironizar pacientes no Facebook
A investigação de um caso de erro médico ganhou peso após uma polêmica publicação no Facebook vir à tona no País de Gales. Brendan O’Riordan, de 52 anos, teve uma antiga declaração sua na rede social revirada depois que um de seus pacientes, Johnnie Antoniazzi, morreu, em dezembro do ano passado.
Antoniazzi era paciente do médico O'Riordan e
morreu quatro semanas após chegar ao hospital
(Foto: Divulgação)
O comentário digno de tanta controvérsia teria sido escrito em 2010, antes mesmo do caso, porém acabou descoberto por usuários do Facebook que haviam se indignado com o suposto erro cometido por O’Riordan enquanto cuidava de Antoniazzi. “Estou de volta e causando o caos. Estive na sala de cirurgia nesta semana aniquilando os inocentes”, dizia a publicação.
Algum tempo depois da reação dos usuários, o médico apagou a declaração e pediu desculpas. “Peço desculpas se ofendi alguém. Era uma brincadeira com um colega meu e não se destinava ao público em geral."
Antoniazzi deu entrada no hospital West Wales General Hospital com fraturas nas costelas decorrentes de um acidente de carro. No entanto, acabou falecendo quatro semanas depois, devido a uma infecção, que a família diz ser fruto de negligência.
A diretoria do hospital revelou estar investigando a postura do médico no Facebook e a possível responsabilidade no caso do falecimento de Johnnie Antoniazzi
morreu quatro semanas após chegar ao hospital
(Foto: Divulgação)
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