Luxemburgo espera Marco Antonio na quarta para reeditar 'equipe ideal'
Grêmio vai enfrentar o Caxias ainda bastante desfalcado, no domingo. Meia, fundamental no esquema de Luxa, pode voltar contra o Ipatinga
(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
- O Gilberto talvez, fazendo um teste, possa voltar no domingo. O Marco Antonio mais provável só na quarta - avalia. - Nós encontramos a equipe ideal fazendo um losango no meio com Fernando, Léo Gago, Souza e o Marco Antonio mais à frente, mais o Kleber e o Moreno. Ali, encontramos um jeito ideal de acordo com as peças que temos. Sem eles, começa a ficar capenga. Por isso, temos que criar alternativas.
Quando fala em alternativas, Luxemburgo se refere à mudança tática implementada na quarta, na vitória sobre o Ipatinga, por 1 a 0. Surpreendeu ao usar pela primeira vez o 3-5-2, com três volantes. Apesar do aparente sucesso da estretégia, o técnico a considera emergencial e espera não torná-la um padrão.
- Tem que ter calma, se vou usar dois ou três zagueiros, qual vai ser a equipe. Vamos tratar com muita calma, temos uma sequência de jogos decisivos agora. Vou ver com quem eu poderei contar - projeta.
A formação de 4-4-2 com losango no meio foi inaugurada no Gre-Nal, ainda com o auxiliar Roger Machado. Ao assumir o time, Luxemburgo alterou um pouco a disposição, colocando dois meias e retirando um dos volantes.
Depois de três jogos, no entanto, recorreu à antiga tática contra o Novo Hamburgo. A goleada por 5 a 0 foi uma das melhores atuações de sua equipe e, a partir dali, ajudou a firmar esse conceito de time ideal. Luxemburgo venceu todas as partidas com o meio-campo formado por Léo Gago, Fernando, Souza e Marco Antonio.
ponte preta
De olho em jogos decisivos, técnico da Ponte prega nova postura fora
Desempenho da Macaca como visitante até agora na temporada é fraco: duas
vitórias em nove partidas. Time jogará fora nas quartas do Paulista
Fazer o dever de casa é lição básica no futebol atual, no entanto, ir bem
apenas como mandante não será suficiente para a Ponte Preta daqui para a frente
nas duas competições que disputa. No Paulistão, a Macaca já sabe que terá que
fazer as quartas de final longe de seus domínios, enquanto que o sistema
eliminatório da Copa do Brasil torna obrigatório, a partir da próxima fase, os
duelos de ida e volta. Mas jogar fora de casa em 2012 ainda é motivo de
preocupação pelos lados do Majestoso.
Até o momento, o desempenho alvinegro como visitante é fraco. Em nove partidas, incluindo estadual e Copa do Brasil, foram apenas duas vitórias (Mogi Mirim e Botafogo-SP), com três empates e quatro derrotas, incluindo a goleada por 6 a 1 para o Santos, o que dá um aproveitamento de 33,33%.
Gilson Kleina, técnico da Ponte Preta. Time precisa
melhorar longe do Majestoso (Foto: Reprodução EPTV)
De olho nos jogos decisivos no estadual e no torneio nacional, o técnico
Gilson Kleina prega uma nova postura da equipe fora de casa. O objetivo é
começar a mudar a história a partir desta quinta-feira, contra o Atlético-GO, no
Serra Dourada.
- Nós precisamos saber jogar fora de casa. O time melhorou bastante desde a goleada para o Santos, mas não resta a menor dúvida que para crescer ainda mais, é preciso conquistar também bons resultados fora de casa. Temos tido dificuldade, tomado gols e depois, mesmo com tempo, não conseguimos reagir – afirmou o técnico da Macaca.
Para Kleina, dois fatores têm sido determinantes para o baixo aproveitamento da Macaca como visitante: a falta de entrosamento por conta das constantes mudanças e as atuações apagadas dos destaques individuais da Ponte em determinados momentos das partidas.
- Nós não estamos conseguindo repetir a escalação. São desfalques por suspensão ou lesão. Aí, fica difícil encaixar sempre as características. Quando o conjunto encaixa, às vezes está faltando aparecer a individualidade em algum momento. Também estamos pecando nesse lado – comentou.
Até o momento, o desempenho alvinegro como visitante é fraco. Em nove partidas, incluindo estadual e Copa do Brasil, foram apenas duas vitórias (Mogi Mirim e Botafogo-SP), com três empates e quatro derrotas, incluindo a goleada por 6 a 1 para o Santos, o que dá um aproveitamento de 33,33%.
- Nós precisamos saber jogar fora de casa. O time melhorou bastante desde a goleada para o Santos, mas não resta a menor dúvida que para crescer ainda mais, é preciso conquistar também bons resultados fora de casa. Temos tido dificuldade, tomado gols e depois, mesmo com tempo, não conseguimos reagir – afirmou o técnico da Macaca.
Para Kleina, dois fatores têm sido determinantes para o baixo aproveitamento da Macaca como visitante: a falta de entrosamento por conta das constantes mudanças e as atuações apagadas dos destaques individuais da Ponte em determinados momentos das partidas.
- Nós não estamos conseguindo repetir a escalação. São desfalques por suspensão ou lesão. Aí, fica difícil encaixar sempre as características. Quando o conjunto encaixa, às vezes está faltando aparecer a individualidade em algum momento. Também estamos pecando nesse lado – comentou.
sport
sport
Sport: após declaração em rede social, Thiaguinho se
explica
Lateral deu sinais de insatisfação por não ter sido nem relacionado para o jogo contra o Paysadu, mas tratou de explicar o comentário
Thiaguinho anda insatisfeito com a sua situação
no
Sport (Foto: Divulgação/Sport)
O lateral direito do Sport Thiaguinho
perdeu a paciência. Só não se sabe se foi com o técnico Mazola Júnior, com o
time ou com ele mesmo. Durante o confronto contra o Paysandu, pela Copa do
Brasil, Thiaguinho postou em seu perfil em uma rede social que paciência
tinha limite e a dele tinha chegado ao fim, sem especificar para quem tinha
sido o recado.
Por não ter sido escalado nem para o banco de reservas, a queixa de
Thiaguinho foi logo interpretada como uma crítica a Mazola Júnior. Para evitar
maiores danos, a assessoria pessoal do jogador enviou um comunicado negando que
a frase tenha sido alguma alfinetada ao comandante rubro-negro.
- Estava apenas me cobrando. As pessoas interpretam do jeito que quiserem,
mas não escutam o outro lado antes de publicar uma matéria. A minha paciência
acabou comigo mesmo. Ano passado, era titular absoluto e tenho certeza que fui
muito importante na campanha na Série B do Brasileiro. Este ano, não estou
rendendo o mesmo e tudo que quero é reencontrar o bom futebol. A cobrança era e
sempre será comigo mesmo”, explicou Thiaguinho, via assessoria.
Thiaguinho reclamando no Facebook (Foto: Reprodução
internet)
O lateral teve seus direitos federativos comprados pelo Sport numa transação
problemática com o Boavista-RJ, seu ex-clube. Depois de uma longa negociação, o
jogador foi transferido em definitivo para o Leão, em consequência a boa
temporada de 2011 pelo clube. Ele foi uma das peças fundamentais no acesso
rubro-negro à Série A do Brasileiro, mas este ano não vem rendendo bem.
Thiaguinho teve oportunidades na sua posição de origem, a lateral-direita, e
assim como seus colegas Renato e Moacir, não convenceu, tornando-se a terceira
opção para o setor.
Quando pôde, Mazola Júnior lançou o jogador no time titular, mas Thiaguinho
não correspondeu, tendo admitido em várias entrevistas que não vinha rendendo
como em 2011. E para a próxima partida do Pernambucano, contra o Porto, o
jogador não será nem relacionado, mas, desta vez, por cumprir suspensão
automática.
Sport (Foto: Divulgação/Sport)
O lateral direito do Sport Thiaguinho
perdeu a paciência. Só não se sabe se foi com o técnico Mazola Júnior, com o
time ou com ele mesmo. Durante o confronto contra o Paysandu, pela Copa do
Brasil, Thiaguinho postou em seu perfil em uma rede social que paciência
tinha limite e a dele tinha chegado ao fim, sem especificar para quem tinha
sido o recado.
Por não ter sido escalado nem para o banco de reservas, a queixa de
Thiaguinho foi logo interpretada como uma crítica a Mazola Júnior. Para evitar
maiores danos, a assessoria pessoal do jogador enviou um comunicado negando que
a frase tenha sido alguma alfinetada ao comandante rubro-negro.- Estava apenas me cobrando. As pessoas interpretam do jeito que quiserem, mas não escutam o outro lado antes de publicar uma matéria. A minha paciência acabou comigo mesmo. Ano passado, era titular absoluto e tenho certeza que fui muito importante na campanha na Série B do Brasileiro. Este ano, não estou rendendo o mesmo e tudo que quero é reencontrar o bom futebol. A cobrança era e sempre será comigo mesmo”, explicou Thiaguinho, via assessoria.
Quando pôde, Mazola Júnior lançou o jogador no time titular, mas Thiaguinho não correspondeu, tendo admitido em várias entrevistas que não vinha rendendo como em 2011. E para a próxima partida do Pernambucano, contra o Porto, o jogador não será nem relacionado, mas, desta vez, por cumprir suspensão automática.
Waldemar Lemos escala um ataque novo para tentar sair da 'seca de gols'
Siloé e Léo Santos terão a obrigação de faze ro Timbu reencontrar o caminho das redes no Pernambucano
Siloé terá a companhia de Léo Santos no
ataque
(Foto: Aldo Carneiro)
O técnico Waldemar Lemos confirmou Siloé e Léo Santos no ataque do Náutico
contra o Serra Talhada, em mais uma tentativa de fazer com que o time alvirrubro
volte a balançar as redes adversárias. Mas apesar de estar há quatro jogos sem
marcar, a escassez de gols da linha de frente Timbu não preocupa o
treinador.
- Essa situação não me preocupa, gostaria que a gente marcasse, até porque
nós estamos criando, mas não estou desesperado. Contra o Santa Cruz, por
exemplo, atacamos mais do que eles e não fizemos. É uma questão de
posicionamento dos atacantes, que eu venho cobrando bastante, e de finalização,
que treinamos muito nesta semana - disse Waldemar Lemos, surpreendentemente
despreocupado sobre a 'seca' ofensiva do Náutico.
O último gol alvirrubro saiu dos pés do meia Eduardo Ramos, na vitória por 1
a 0 sobre o Petrolina, na 16ª rodada. De lá para cá, foram dois empates e duas
derrotas, o que acarretou em críticas da diretoria do clube e na desconfiança
por parte da torcida.
- Sempre primamos pela vitória, mas essa consequência não cabe somente a
gente, pois existe um adversário querendo o mesmo. Garanto que teremos uma
equipe jogando bem como nas derrotas para Santa Cruz e Salgueiro, independente
do resultado. Infelizmente, tivemos alguns problemas de contusão, o que
dificultou a nossa caminhada, mas quem esteve em campo nunca deixou de
implementar a nossa filosofia de jogo, que é sempre de jogar bem - afirmou o
técnico.
Waldemar disse que vem trabalhando no psicológico do grupo, mas que as
derrotas não abalaram o elenco como se imagina.
- Sempre conversamos com um ou outro jogador, mas o grupo está muito bem,
disposto em trabalhar. Temos um pensamento positivo, eles não baixam a cabeça de
forma nenhuma. Se não aconteceram os resultados, são coisas do futebol -
frisou.
O Náutico está na quarta colocação, com 35 pontos, nove a mais do que o
Petrolina, quinto lugar e um empate basta para a classificação. Acima do Timbu,
Sport, Salgueiro e Santa Cruz estão garantidos na semifinal.
- Não sei se são os melhores times, mas pelo menos são os que mais pontuaram.
Tem equipe que não está nesta lista e nos deu muito trabalho. Essa avaliação eu
deixo para os cronistas analisarem - desconversou Oliveira.
(Foto: Aldo Carneiro)
- Essa situação não me preocupa, gostaria que a gente marcasse, até porque nós estamos criando, mas não estou desesperado. Contra o Santa Cruz, por exemplo, atacamos mais do que eles e não fizemos. É uma questão de posicionamento dos atacantes, que eu venho cobrando bastante, e de finalização, que treinamos muito nesta semana - disse Waldemar Lemos, surpreendentemente despreocupado sobre a 'seca' ofensiva do Náutico.
O último gol alvirrubro saiu dos pés do meia Eduardo Ramos, na vitória por 1 a 0 sobre o Petrolina, na 16ª rodada. De lá para cá, foram dois empates e duas derrotas, o que acarretou em críticas da diretoria do clube e na desconfiança por parte da torcida.
- Sempre primamos pela vitória, mas essa consequência não cabe somente a gente, pois existe um adversário querendo o mesmo. Garanto que teremos uma equipe jogando bem como nas derrotas para Santa Cruz e Salgueiro, independente do resultado. Infelizmente, tivemos alguns problemas de contusão, o que dificultou a nossa caminhada, mas quem esteve em campo nunca deixou de implementar a nossa filosofia de jogo, que é sempre de jogar bem - afirmou o técnico.
Waldemar disse que vem trabalhando no psicológico do grupo, mas que as derrotas não abalaram o elenco como se imagina.
- Sempre conversamos com um ou outro jogador, mas o grupo está muito bem, disposto em trabalhar. Temos um pensamento positivo, eles não baixam a cabeça de forma nenhuma. Se não aconteceram os resultados, são coisas do futebol - frisou.
O Náutico está na quarta colocação, com 35 pontos, nove a mais do que o Petrolina, quinto lugar e um empate basta para a classificação. Acima do Timbu, Sport, Salgueiro e Santa Cruz estão garantidos na semifinal.
- Não sei se são os melhores times, mas pelo menos são os que mais pontuaram. Tem equipe que não está nesta lista e nos deu muito trabalho. Essa avaliação eu deixo para os cronistas analisarem - desconversou Oliveira.
figuerense
Aloisio fica triste com declarações de Branco sobre
chances desperdiçadas
Artilheiro do Figueirense na temporada diz que errar faz parte e isso só acontece com quem está jogando
Aloisio, à direita, diz que quando o time precisou
ele
ajudou (Foto: Divulgação/Site Oficial Figueirense)
Artilheiro do Figueirense na temporada com 11 gols, o atacante Aloisio disse
nesta quarta-feira que as críticas do técnico Branco sobre as chances de gols
desperdiçadas por ele no clássico contra o Avaí, no último domingo, o deixaram
chateado. Aloisio não gostou do que ouviu, mas aceitou as cobranças do
comandante alvinegro.
- Ouvi depois (as declarações do Branco) e fiquei um pouco triste, mas faz
parte. Ele deveria ter cobrado de mim na frente dos meus companheiros, mas é um
grande treinador que sabe muito e tenho de ter respeito por ele e a comissão
técnica, como sempre fiz com todos aqui no Figueirense - afirmou o atacante.
Após o clássico contra o Avaí, Branco concedeu entrevista coletiva e disse
que Aloisio deveria ter matado o jogo e não querer estufar as redes
adversárias.
- Tentei fazer o gol, mas a bola veio um pouco em cima de mim e depois,
analisando melhor o lance, acho que eu poderia ter concluído de cabeça ou batido
de chapa. Só que na hora, decidi bater de peito de pé e acabei errando, faz
parte. Quem está assistindo pela tevê não vai errar nunca porque não está dentro
de campo e não sabe como faria para errar - destacou.
Sobre as cobranças da comissão técnica, o artilheiro se mostrou tranquilo e
garantiu que sempre que o time precisou, mostrou competência:
- Estou tranquilo, tenho onze gols no campeonato e, quando o time precisou,
eu ajudei. A cobrança faz parte e, àqueles que cobram é porque acham que eu
posso render mais. Esses dois gols que eu errei no clássico um atacante não pode
errar
ajudou (Foto: Divulgação/Site Oficial Figueirense)
- Ouvi depois (as declarações do Branco) e fiquei um pouco triste, mas faz parte. Ele deveria ter cobrado de mim na frente dos meus companheiros, mas é um grande treinador que sabe muito e tenho de ter respeito por ele e a comissão técnica, como sempre fiz com todos aqui no Figueirense - afirmou o atacante.
Após o clássico contra o Avaí, Branco concedeu entrevista coletiva e disse que Aloisio deveria ter matado o jogo e não querer estufar as redes adversárias.
- Tentei fazer o gol, mas a bola veio um pouco em cima de mim e depois, analisando melhor o lance, acho que eu poderia ter concluído de cabeça ou batido de chapa. Só que na hora, decidi bater de peito de pé e acabei errando, faz parte. Quem está assistindo pela tevê não vai errar nunca porque não está dentro de campo e não sabe como faria para errar - destacou.
Sobre as cobranças da comissão técnica, o artilheiro se mostrou tranquilo e garantiu que sempre que o time precisou, mostrou competência:
- Estou tranquilo, tenho onze gols no campeonato e, quando o time precisou, eu ajudei. A cobrança faz parte e, àqueles que cobram é porque acham que eu posso render mais. Esses dois gols que eu errei no clássico um atacante não pode errar
coritiba
Marcelo Oliveira aprova atuação de Lincoln na derrota para o ASA
O treinador explica as substituições realizadas durante a derrota para o ASA e diz que manteve o meia, pois dava boa movimentação ao time
Atuação de Lincoln agrade o treinador
(Foto:
Raphael Brauhardt / Divulgação Coritiba)
O técnico Marcelo Oliveira até tinha admitido que
poderia trocar Lincoln, para
dar mais descanso ao atleta, mas faltavam opções no setor. Porém, na
avaliação do treinador, o meia conseguiu fazer uma boa partida no decorrer da
derrota para o ASA, por 1 a 0.
Motivo que fez Oliveira nem pensar em substituir o camisa dez coxa-branca,
que escolheu a dupla de ataque - Anderson Aquino e Roberto - como alvos da
alteração. Na vaga entraram um meia (Rafael Silva) e um centroavante (Caio
Vinicius).
Na opinião do treinador coritibano, Lincoln conseguiu dar boa movimentação ao
meio-campo, como opção pela região central. Tentou aliar com a velocidade dos
meninos Caio e Rafael.
- Não tirei o Lincoln pois achei que estava muito bem no jogo, se
movimentando. Dando opção. Botei a velocidade com Rafael e do Caio, mas não foi
o suficiente para ganhar. Foi o suficiente para ter esperança de resolver lá e
resolver bem - explica o técnico.
O alento de Oliveira e seus comandandos é aguardar o confronto em Curitiba e
contar com o apoio da torcida, no Couto Pereira. Para seguir na Copa do Brasil,
o Coxa precisa vencer por dois gols de diferença na próxima quarta-feira, às
19h30m (de Brasília).
- Gosto de conviver com vitórias. Aliás, na minha vida toda eu convivi com
vitórias. Só que o ASA aqui é um time difícil mesmo, giram a bola mesmo. São
dois jogos. No primeiro tempo, o ASA levou e lá (em Curitiba) vamos lutar pela
vitória - conclui.
(Foto: Raphael Brauhardt / Divulgação Coritiba)
O técnico Marcelo Oliveira até tinha admitido que
poderia trocar Lincoln, para
dar mais descanso ao atleta, mas faltavam opções no setor. Porém, na
avaliação do treinador, o meia conseguiu fazer uma boa partida no decorrer da
derrota para o ASA, por 1 a 0.
Motivo que fez Oliveira nem pensar em substituir o camisa dez coxa-branca,
que escolheu a dupla de ataque - Anderson Aquino e Roberto - como alvos da
alteração. Na vaga entraram um meia (Rafael Silva) e um centroavante (Caio
Vinicius).Na opinião do treinador coritibano, Lincoln conseguiu dar boa movimentação ao meio-campo, como opção pela região central. Tentou aliar com a velocidade dos meninos Caio e Rafael.
- Não tirei o Lincoln pois achei que estava muito bem no jogo, se movimentando. Dando opção. Botei a velocidade com Rafael e do Caio, mas não foi o suficiente para ganhar. Foi o suficiente para ter esperança de resolver lá e resolver bem - explica o técnico.
O alento de Oliveira e seus comandandos é aguardar o confronto em Curitiba e contar com o apoio da torcida, no Couto Pereira. Para seguir na Copa do Brasil, o Coxa precisa vencer por dois gols de diferença na próxima quarta-feira, às 19h30m (de Brasília).
- Gosto de conviver com vitórias. Aliás, na minha vida toda eu convivi com vitórias. Só que o ASA aqui é um time difícil mesmo, giram a bola mesmo. São dois jogos. No primeiro tempo, o ASA levou e lá (em Curitiba) vamos lutar pela vitória - conclui.
CRUZEIRO
Vágner Mancini testa várias opções táticas para o clássico de domingo
Cruzeiro treina com duas formações e equipe ainda não está definida
Vágner Mancini ainda não definiu qual time vai mandar a campo no clássico
contra o Atlético-MG, neste domingo, às 16h (de Brasília), na Arena do Jacaré,
em Sete Lagoas. No treino do Cruzeiro, pela manhã, Mancini testou várias opções
na formação tática. O time celeste oscilou entre o 4-4-2 e o 4-3-3. Na primeira
parte do treinamento, o Cruzeiro começou com Roger e Montillo, no meio-campo, e
Wellington Paulista e Anselmo Ramon, no ataque.
Roger treina entre os titulares do Cruzeiro (Foto:
Washington Alves / Vipcomm)
Ainda com a formação no 4-4-2, Mancini tirou Roger do time para testar o
garoto Élber. Depois, o treinador voltou com o esquema tático que tem usando nos
últimos jogos, com três atacantes. Mancini testou todos os homens de frente e
colocou Walter e Wallyson também entre os titulares. O Cruzeiro ainda treinará
na tarde desta sexta-feira e no sábado pela manhã.
Fillipe Soutto não foi confirmado,
mas afirma estar
pronto para jogar
Volante treina na vaga de Leandro Donizete, que corre contra o tempo
Com Leandro Donizete e Serginho entregues ao
departamento médico, sem terem treinado um dia sequer nesta semana, a vaga no
meio-campo, no clássico com o Cruzeiro, neste domingo, às 16h (de Brasília), na
Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, poderá ficar com Fillipe
Soutto. Confiante, o volante garantiu estar preparado, caso o técnico
Cuca opte por ele. No entanto, contou que ainda não teve a presença confirmada
pelo treinador, até porque o titular da posição, Leandro Donizete, corre contra
o tempo para se recuperar.
Fillipe falou da expectativa por um jogo muito disputado no domingo. Para ele, o bom momento dos dois times deverá tornar o clássico ainda mais acirrado. Para garantir um Galo concentrado, além de a invencibilidade na temporada estar em jogo, o time alvinegro ainda tem o incentivo de ter a primeira colocação assegurada com uma vitória.
- As duas equipes estão muito bem no campeonato. A tendência é de ser um jogo muito disputado. O Cruzeiro perdeu apenas um jogo, e o Atlético-MG, nenhum. Nossa invencibilidade está em jogo. E se vencermos, vamos assegurar a primeira colocação. Então, é preocupar em neutralizar os pontos fortes deles e aproveitar os pontos fracos. É errar o mínimo possível, para não dar chance de eles atacarem com qualidade e fazerem os gols.
Novo lateral do Bahia revela: ‘Tinha o sonho de jogar aqui’
Gil Bahia foi apresentado nesta quinta-feira e, inicialmente, reforça o sub-20
(Foto: Divulgação/EC Bahia)
- Eu já tinha feito teste aqui e tinha um sonho de jogar porque meu pai é tricolor, minha família toda é tricolor – comentou o jogador.
O lateral foi revelado pelo Cruzeiro, onde ficou conhecido como Gil Bahia. Durante o processo de rescisão, ele disse que ficou quase um mês sem treinar, o que deve fazer com que a estreia pelo clube baiano demore em acontecer.
- Minha chegada aqui é com a intenção de poder ajudar. Agora eu sou do Bahia e vim para ficar – prometeu o jogador.
No ano passado, no Cruzeiro, Gil teve três oportunidades durante o Campeonato Brasileiro com o técnico Joel Santana. No Tricolor, ele vai correr para recuperar o ritmo e ficar à disposição, inicialmente, do técnico Laelson Lopes. Caso seja promovido para os profissionais, irá disputar posição com Coelho e Madson.
ATLETICO-GO
Goleiro do Atlético-GO reforça que objetivo do clube é ser campeão goiano e
fazer boa campanha do Brasileiro. Para jogador, Copa do Brasil é 'traiçoeira'
Na segunda fase da Copa do Brasil, o Atlético-GO trava um duelo contra a
Ponte Preta. É o único confronto neste estágio da competição que envolve dois
times da elite do futebol brasileiro. Para o torcedor rubro-negro, é inevitável
esquecer as recentes façanhas que o Dragão conquistou recentemente na Copa do
Brasil. Em 2008, eliminou o Grêmio em pleno Estádio Olímpico. Dois anos depois
foi semifinalista.Mas para quem acha que o clube goiano voltará todas as suas atenções para esta competição, o goleiro Márcio trata de esclarecer os objetivos da equipe. Sem querer menosprezar a Copa do Brasil, o capitão atleticano ressalta que para o Atlético-GO o Campeonato Goiano e o Brasileiro são mais importantes.
- Não quero ser demagogo. Não quero iludir ninguém. Nossa prioridade é ser campeão estadual. Depois, queremos começar e terminar bem a Série A. Não temos um grupo para disputar com todas as forças a Copa do Brasil. Nosso time tem qualidade, mas ainda não dá para formar times para disputar duas competições ao mesmo tempo com 100% de dedicação. Claro que a gente sempre entra para vencer. Mas creio que até para fazer uma boa campanha na Copa do Brasil é preciso ir bem no Estadual. O tricampeonato goiano nos daria moral.
Márcio lembra que justamente no ano em que o Atlético-GO foi semifinalista da Copa do Brasil, em 2010, o clube brigou até a última rodada da Série A contra o rebaixamento. O Vitória, finalista da Copa do Brasil, acabou rebaixado naquele ano. No ano passado, o feito se repetiu com Avaí e Ceará. Para o goleiro do Atlético-GO, trata-se de uma questão de planejamento.
- Temos que ir passo a passo na Copa do Brasil. Apesar de algumas equipes consideradas ‘zebras’ terem vencido este torneio, temos que ter cuidado. Quando chegamos na semifinal, não nos dedicamos como deveríamos no início do Campeonato Brasileiro. Pagamos caro por isso e lutamos até a última rodada contra a queda para a segunda divisão. A Copa do Brasil é uma competição traiçoeira. Sei que o Atlético-GO está lá por méritos. Vamos jogar para vencer as partidas, mas cientes de que nossos principais objetivos são o Estadual e o Brasileiro.



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